Conheça a WEGO SOLUÇÕES LOGÍSTICAS

A Startup WEGO foi criada para funcionar com tecnologia de entregas de mercadorias, como Soluções Logísticas para Empresas de Pequeno, Médio e Grande Porte, além de também atender às Pessoas Físicas. A WEGO tem como diferencial a utilização de tecnologia empregada em Aplicativo para Smartphones e Acesso via internet, além de uso de Economia Colaborativa, o que o torna inovador em todos os sentidos, pois será adaptável ao cliente, trazendo praticidade, agilidade, segurança, rastreabilidade e baixo custo em suas entregas e acessível como renda extra aos prestadores e representantes cadastrados a partir do aplicativo baixado do Play Store ou pelo Site http://www.wegols.com.br e crescerá muito com seus clientes e prestadores de serviços alavancando os recebimentos dos sócios empreendedores.crescerá muito com seus clientes e prestadores de serviços alavancando os recebimentos dos sócios empreendedores.

*Economia Colaborativa*
_A tendência que está mudando o mercado_

Do transporte urbano à saladinha, a economia colaborativa é para valer. E as oportunidades que ela oferece também.

Você se lembra de quando falamos, por aqui, sobre o fim da “era lucrozóica”? Sobre como o capitalismo consciente tem transformado a economia global, que aos poucos deixa para trás o princípio perverso do hiperconsumo e do sucesso financeiro a qualquer custo? Sim, o tal do impacto social vem mudando a forma como vivemos e,principalmente, como fazemos negócios.
O movimento da economia colaborativa (compartilhada ou em rede, como a chamam alguns) nada mais é do que a concretização dessa nova percepção de mundo. Representa o entendimento de que, diante de problemas sociais e ambientais que só fazem se agravar, a divisão deve necessariamente substituir o acúmulo. E o tremendo sucesso de empresas que facilitam o compartilhamento e a troca de serviços e objetos é prova de como a adesão à tendência está longe de atingir um ápice. Uber, Airbnb e tantas outras que o digam.
• A vida compartilhada
Seja para poupar ou mesmo para levantar alguma renda extra, hoje praticamente não há limites para o compartilhamento. O fotógrafo paranaense Gustavo Benke, mencionado nesta matéria da Exame, é exemplo disso.
Acostumado a receber, na sua casa de Curitiba, parentes, amigos e amigos de amigos, Gustavo decidiu adotar o mesmo estilo de vida na casa que aluga em Florianópolis, onde estuda. A divisão do espaço traz benefícios para todo mundo: os hóspedes economizam com a estadia, a alimentação e tudo mais, e Gustavo recebe ajuda nas despesas. Ele também tem o hábito de trocar serviços fotógráficos por bens ou serviços de que necessita.
Mas basta uma rápida pesquisa para você perceber que esse estilo de vida não tem nada de novo. De acordo com Tomás de Lara, cofundador da Engage, além de co-fundador do Catarse, o fenômeno da economia colaborativa é ancestral: “povos indígenas e comunidades já tinham isso de compartilhar, de acessar as coisas dos outros, de trocar”, diz ele nesta websérie.
A novidade é a forma massiva como o fenômeno passou a ocorrer em meados de 2008, 2009, graças aos avanços tecnológicos.“A partir dali, todo mundo, de forma muito rápida e quase que barata, pôde fazer transações e se geolocalizar, se encontrar e saber da melhor forma de se usar um recurso”.
• Poder social sem precedentes
Desde então, a Internet 2.0 vem permitindo que a população global assuma um “poder social” como jamais aconteceu antes. Graças à força da colaboração, transformações importantes ocorreram e vêm ocorrendo: novas empresas nasceram, outras grandes deixaram de existir e até ditadores foram removidos do poder.
A Primavera Árabe é um exemplo disso. Assim como Gustavo Benke escolheu compartilhar sua casa, o egípcio Mahmoud Sharif resolveu se levantar contra o longevo e repressivo regime de Hosni Mubarak. Graças a uma imensa rede de compartilhamento, juntou-se a milhares de pessoas na Praça Tahrir, e os resultados são conhecidos.
• Um furo na parede em vez de uma furadeira
Os exemplos acima ilustram o imensurável alcance da economia colaborativa, sem dúvida. Mas o tema aqui não é geopolítica. Queremos, antes, que você tenha ideia da importância do assunto e que consiga aproveitar as oportunidades oferecidas nesse novo contexto, no qual as pessoas “não precisam mais de uma furadeira, mas de um furo na parede”, como diz Tomás de Lara.
1. Mantenha baixos os custos fixos: de acordo com Zhuo, com o tempo, a tecnologia derrubará os custos em geral. Isso significa que as empresas bem-sucedidas serão aquelas que organizarem melhor suas estruturas financeiras. Diminuir o número de funcionários permanentes e terceirizar atividades periféricas podem ajudar;
2. Em vez de reinventar a roda, procure-a em parceiros: Zhuo dá o exemplo da ChowNow, empresa norte-americana que oferece gerenciamento de pedidos online a restaurantes. Em vez de construir sua própria plataforma de delivery, a ChowNow desenvolveu uma parceria com a Uber para realizar as entregas, e os resultados têm sido ótimos.
3. Foque no relacionamento de longo prazo: Zhuo conta que agora que as margens para compartilhamento são estreitas, as empresas precisam dar prioridade para relações duradouras com os clientes. Para isto, ele sugere proporcionar grandes experiências de consumo ao público.
• Investindo em empresas que se complementam: o exemplo da Axial Holding
Por mais que os já mencionados Uber e Airbnb sejam exemplos de como essas boas práticas funcionam, ambos já foram objetos de muito estudo. Por isso, ao procurar por um case que represente o tema, preferimos abordar a questão a partir de outro viés: o offline. E por meio de um setor bastante competitivo de nosso país, o agronegócio.
Espécie de fundo de private equity focado em empresas e instituições do agronegócio orgânico, a Axial Holding tem um importante diferencial: o portfólio se auto-alimenta. Ou seja, as empresas investidas exercem atividades que se complementam, colaborando umas com as outras.
Por exemplo: na carteira da Axial está a Fazenda Tamanduá, de cultivo de produtos agrícolas e produção de pecuária orgânica. Caso precisem de micro-crédito, os produtores podem recorrer a outra empresa investida, o Instituto Estrela, que dá empréstimos a pequenos empreendedores individuais que não têm acesso ao sistema bancário convencional.
E se for necessário promover o melhoramento genético da soja, os agricultores podem contar com a Naturalle, empresa voltada à pesquisa da soja, além de produtividade, adaptação regional e resistência a pragas e enfermidades. Ao investir em empresas que colaboram entre si, a Axial está contribuindo para reformular a cadeia produtiva do setor de orgânicos. E um dos mais significativos resultados desta filosofia é a Rio de Una, outra aposta do fundo.
A empresa atua no processamento (lavagem, corte, higienização e embalagem) de frutas, legumes e vegetais (tanto orgânicos quanto convencionais). E a filosofia colaborativa está na essência dos processos, já que os mais de 120 pequenos agricultores familiares que compõem a base produtiva da Rio de Una recebem assistência técnica e têm a compra de sua produção garantida o ano todo.
Pela planta industrial da empresa passam mensalmente mais de 200 toneladas de hortaliças e legumes, que são transformados em saladas e atendem o mercado de varejo e foodservice em todo o Brasil. Ou seja, os princípios da economia colaborativa estão influenciando toda uma cadeia não apenas de produção, mas de investimentos. É mais um sinal de que essa nova forma de fazer negócios – mais responsável e consciente – veio para ficar.
Prova disso também são as empresas que valem 17 bilhões de dólares, os 60 mil funcionários que elas empregam e os 15 bilhões de dólares que receberam de investimento (de acordo com este artigo da Forbes). E, a julgar pelo interesse do público em geral, esse bolo só tende a crescer. Que tal se preparar para pegar uma fatia?
*Este artigo é uma parceria de produção entre Endeavor e Sebrae*

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Resultados econômicos governos brasileiros FHC LULA DILMA

Pra quem gosta de informação sobre os resultados dos governos. Informações que a nossa mídia faz questão de retalhar pra manipular a opinião pública. Felizmente, nos últimos tempos o acesso à informação não está concentrado só nesses manipuladores. Podemos até consultar as fontes. Vejam no final desta mensagem.

Produto Interno Bruto:

2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões

2. PIB per capita:
2002 – R$ 7,6 mil
2013 – R$ 24,1 mil

3. Dívida líquida do setor público:
2002 – 60% do PIB
2013 – 34% do PIB

4. Lucro do BNDES:

2002 – R$ 550 milhões
2013 – R$ 8,15 bilhões

5. Lucro do Banco do Brasil:
2002 – R$ 2 bilhões
2013 – R$ 15,8 bilhões

6. Lucro da Caixa Econômica Federal:
2002 – R$ 1,1 bilhões
2013 – R$ 6,7 bilhões

7. Produção de veículos:
2002 – 1,8 milhões
2013 – 3,7 milhões

8. Safra Agrícola:
2002 – 97 milhões de toneladas
2013 – 188 milhões de toneladas

9. Investimento Estrangeiro Direto:
2002 – 16,6 bilhões de dólares
2013 – 64 bilhões de dólares

10. Reservas Internacionais:
2002 – 37 bilhões de dólares
2013 – 375,8 bilhões de dólares

11. Índice Bovespa:
2002 – 11.268 pontos
2013 – 51.507 pontos

12. Empregos Gerados:
Governo FHC – 627 mil/ano
Governos Lula e Dilma – 1,79 milhões/ano

13. Taxa de Desemprego:
2002 – 12,2%
2013 – 5,4%

14. Valor de Mercado da Petrobras:
2002 – R$ 15,5 bilhões
2014 – R$ 104,9 bilhões

15. Lucro médio da Petrobras:
Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
Governos Lula e Dilma – R$ 25,6 bilhões/ano

16. Falências Requeridas em Média/ano:
Governo FHC – 25.587
Governos Lula e Dilma – 5.795

17. Salário Mínimo:
2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)

18. Dívida Externa em Relação às Reservas:
2002 – 557%
2014 – 81%

19. Posição entre as Economias do Mundo:
2002 – 13ª
2014 – 7ª

20. PROUNI – 1,2 milhões de bolsas

21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:
2002 – 86,21
2014 – 305,00

22. Passagens Aéreas Vendidas:
2002 – 33 milhões
2013 – 100 milhões

23. Exportações:
2002 – 60,3 bilhões de dólares
2013 – 242 bilhões de dólares

24. Inflação Anual Média:
Governo FHC – 9,1%
Governos Lula e Dilma – 5,8%

25. PRONATEC – 6 Milhões de pessoas

26. Taxa Selic:
2002 – 18,9%
2012 – 8,5%

27. FIES – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário

28. Minha Casa Minha Vida – 1,5 milhões de famílias beneficiadas

29. Luz Para Todos – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas

30. Capacidade Energética:
2001 – 74.800 MW
2013 – 122.900 MW

31. Criação de 6.427 creches

32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados

33. Mais Médicos (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados

34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza

35. Criação de Universidades Federais:
Governos Lula e Dilma – 18
Governo FHC – zero

36. Criação de Escolas Técnicas:
Governos Lula e Dilma – 214
Governo FHC – 0
De 1500 até 1994 – 140

37. Desigualdade Social:
Governo FHC – Queda de 2,2%
Governo PT – Queda de 11,4%

38. Produtividade:
Governo FHC – Aumento de 0,3%
Governos Lula e Dilma – Aumento de 13,2%

39. Taxa de Pobreza:
2002 – 34%
2012 – 15%

40. Taxa de Extrema Pobreza:
2003 – 15%
2012 – 5,2%

41. Índice de Desenvolvimento Humano:
2000 – 0,669
2005 – 0,699
2012 – 0,730

42. Mortalidade Infantil:
2002 – 25,3 em 1000 nascidos vivos
2012 – 12,9 em 1000 nascidos vivos

43. Gastos Públicos em Saúde:
2002 – R$ 28 bilhões
2013 – R$ 106 bilhões

44. Gastos Públicos em Educação:
2002 – R$ 17 bilhões
2013 – R$ 94 bilhões

45. Estudantes no Ensino Superior:
2003 – 583.800
2012 – 1.087.400

46. Risco Brasil (IPEA):
2002 – 1.446
2013 – 224

47. Operações da Polícia Federal:
Governo FHC – 48
Governo PT – 1.273 (15 mil presos)

48. Varas da Justiça Federal:
2003 – 100
2010 – 513

49. 38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C)

50. 42 milhões de pessoas saíram da miséria

FONTES:
47/48 – http://www.dpf.gov.br/agencia/estatísticas
39/40 – http://www.washingtonpost.com
42 – OMS, Unicef, Banco Mundial e ONU
37 – índice de GINI: http://www.ipeadata.gov.br
45 – Ministério da Educação
13 – IBGE
26 – Banco Mundial

Saúde e Bem Estar – A Grande Tendência de Mercado do Século

vida saudávelA grande tendência de mercado do século tem sido saúde e bem estar. Todos os meios de comunicação estão aí comprovando a força dessa tendência, que está aliada ao aumento da longevidade humana, trazendo a necessidade obter uma vida saudável para aproveitar a vida em “sua melhor forma”. Para reforçar essa tendência e promover o alcance da sua “melhor forma” com “melhor saúde”, nossa empresa criou o #Desafiovip90dias. Essa Filosofia de bem estar vem obtendo os melhores resultados do mercado, com garantia da saúde e manutenção do resultado alcançado, pois promove mudança de hábitos alimentares e físicos, sem sofrimento e sem passar fome ou tomar medicação. Então, venha conhecer. Temos o melhor serviço de Coathing do ramo, pois acompanhamos, física e virtualmente, promovendo o acompanhamento coletivo da mudança de hábitos, em redes de grupos privados, sem exposição, além de oferecermos gratuitamente outra técnica chamada #Fitcamp, para promover e acompanhar a prática de esportes, o que é essencial para alcançar a #sua melhor forma”. Contatos: 98 981255778 (Whatsapp – Herberte Melo) e 98 98125-5778 (whatsapp – Daniela Melo) – Coathings #Desafiovip90dias e #FitCamp.

A importância da nutrição para a pele

https://www.visiteherbalife.com.br/herbertesilva/pt-BR/Page/4854

A importância da nutrição para a pele
By Dr. Luigi Gratton, Vice President Nutrition Education Herbalife

A pele é o maior e mais complexo órgão do nosso organismo e desempenha diversas funções vitais, como proteger o corpo de agressões externas, regular a temperatura do corpo, auxiliar na defesa imunológica, entre outras. Além disso, tem extrema importância no comportamento humano, por estar ligada à aparência.

A pele é formada por três camadas unidas entre si: epiderme, derme e hipoderme.

A epiderme é a camada mais superficial, que está em constante renovação. Funciona como uma barreira protetora, dificultando a saída de água do organismo e a entrada de substâncias prejudiciais. Os cosméticos atuam diretamente nesta camada.

A camada intermediária é a derme, responsável pela firmeza e elasticidade da pele. É formada por fibras, vasos sanguíneos e terminações nervosas, que transmitem sensações como dor, frio, calor e prazer.

A hipoderme é a camada mais profunda da pele, formada por células de gordura. Mantém a temperatura do corpo e acumula energia para o desempenho das funções biológicas.

FATORES INTERNOS E EXTERNOS

Tanto fatores internos quanto externos influenciam as condições de nossa pele:

FATORES INTERNOS

Mudanças hormonais (gestação, menopausa, ciclo menstrual etc.);
Predisposição genética (tipos de pele, predisposição a doenças, capacidade de reter água);

FATORES EXTERNOS

Ambientais (clima, poluição, umidade do ar);
Hábitos de vida (cuidados com a pele, alimentação, consumo de cigarro e álcool);
Exposição excessiva ao sol.

As cinco proteínas essenciais para quem precisa ganhar massa muscular

As proteínas de alto valor biológico são concentrada e isolada do soro do leite, glutamina, caseína e albumina (encontrada na clara do ovo), todas tem função de construção dos tecidos. Os suplementos alimentares as vendem separadamente como whay protein, BCAA, glutamina e caseína, para ganho de massa muscular. Assim, você gasta no mínimo 500 reais. Quer um produto que reúne todas essas proteínas e muitos outros nutrientes que auxiliam o metabolismo, além do ganho de massa magra, e com um preço bem menor? Procure “Linha 24 Horas da Herbalife”. Querendo saber mais, confira no site: http://www.visiteherbalife.com.br/herbertesilva/pt-BR ou procure-nos, pra bater um papo com o colega “especialista em nutrição esportiva”, educador físico e personal, Rogério Garcez, que colaborou com essas informações.